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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

FORD RANGER 2015 GANHA ITENS DE SÉRIE E NOVO PLANO DE MANUTENÇÃO

FORD RANGER 2015

A Ford atualizou a picape Ranger para a linha 2015 incluindo novos equipamentos de série e alterando o plano de manutenção programada. Segundo a montadora, o objetivo é diminuir os custos para os consumidores. A picape cabine simples é vendida em versão única por R$ 69.900, enquanto a cabine dupla varia de R$ 82.900 a R$ 150.900.

Entre as principais novidades está a inclusão dos sistemas SYNC com AppLink e Assistência de Emergência, itens que também fazem parte da lista de série de algumas versões do recém-lançado Ka. O SYNC com Applink faz a conexão entre o sistema de som do carro com o celular do motorista. Assim, é possível acessar as funções de alguns aplicativos evitando distrações. O sistema funciona tanto com celulares Android quanto iOS.

Já o Assistente de Emergência permite que o SYNC entre em contato com a central de atendimento do SAMU para solicitar atendimento. Assim, em caso de acidente em que os airbags são acionados ou quando há corte de combustível, o carro automaticamente notifica as autoridades para providenciarem os cuidados médicos necessários. Apesar de ser isenta de cobrança, a chamada só é feita caso o celular esteja conectado com o sistema de som. Ambos os sistemas passam a ser oferecidos de série para todas as versões da picape, exceto a XL, vendida para frotistas.
INTERIOR DA FORD RANGER 2015 

Além disso, todas as configurações também ganham fechadura com chave na porta da caçamba a partir da linha 2015. Já as versões XLS, XLT e Limited Cabine Dupla recebem dois novos porta-objetos sob o banco traseiro, assim como tapetes de borracha. A versão XLS ganhou faróis de neblina e piloto automático, enquanto a XLT com câmbio manual passa a contar com bancos de couro. Outra novidade é a versão XL Chassi 2.2 diesel 4x4, oferecida exclusivamente para empresas de serviço que precisam instalar implementos no lugar da caçamba.

Revisões


Além dos novos itens de série, a Ranger tem um novo plano de revisão programada. Antes, os proprietários tinham que levar a picape para a oficina seis vezes durante os 36 meses de garantia de fábrica. A partir de agora, serão somente quatro revisões: uma gratuita aos seis meses, outra aos 12 meses ou 10 mil km (o que ocorrer primeiro), outra aos 24 meses ou 20 mil km e a última aos 36 meses ou 30 mil km. Apesar de as revisões de 18 meses (ou 30 mil km) e 30 meses (ou 50 mil km) terem sido eliminadas, o proprietário deve visitar um distribuidor para substituir o filtro de combustível.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Vídeo: Piloto faz milagre em rali







Habilidade? Sorte? Bem, um pouco dos dois. No vídeo abaixo, o piloto perde o controle do carro após um salto e…bom, confiram o resultado.

Assista ao vídeo

sábado, 31 de janeiro de 2015

MCLAREN P1




Mas, para extrair o máximo de desempenho da forma aerodinâmica da carroçaria e da tecnologia em fibra de carbono, o piloto precisa se sentir confortável e totalmente em controle.

A cabine do P1 lembra muito a de um caça a jato, com um parabrisa mais alto que largo e um teto transparente. A prioridade aqui, como no resto do carro, é o baixo peso – a ponto de que todos os botões e alavancas, como os dos sistemas de controle climático, navegação por satélite e sistema de som, são mínimos e levíssimos.



A camada final de resina da carroçaria foi deixada de lado, economizando 1,5 kg de peso. Os bancos empregam o mínimo possível de espuma e têm casca ultra-fina, pesando, com os trilhos e os mecanismos de ajuste, 10,5 kg cada um. Os encostos são fixos a 28 graus da vertical, mas podem ser colocados a 32 graus para torná-los mais adequados a uso em competição, já que assim darão mais espaço para a cabeça (e o capacete). Os bancos são ajustados ao tipo e tamanho de corpo de piloto e passageiro, sempre ajustados em oficina.



A McLaren foi pioneira no uso de fibra de carbono em carros de rua e este material foi utilizado praticamente no carro todo. O chassi MonoCage, os painéis de carroçaria e todo o seu interior são feitos deste material que é o mais leve conhecido e o que garante a maior resistência e integridade estrutural.



sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Veja como deve ficar o VW up! turbo que chega neste semestre



VW UP! TURBO – PROJEÇÃO

A primeira ideia de uma versão esportiva do up!, o GT up!, foi apresentada como conceito no Salão de Frankfurt em 2011. Tendo como destaque o visual mais agressivo, rodas maiores e o motor 1.0 três cilindros com turbocompressor, o VW up! turbo deve finalmente chegar ao mercado ainda no primeiro semestre de 2015 e fazer frente ao reestilizado Fiat Uno Sporting.


VW UP! TURBO – PROJEÇÃO

De acordo com a projeção feita pela equipe X-Tomi Design, a versão de produção deve se distinguir do conceito com para-choques mais discretos, kit visual esportivo e rodas aro 16″. Mas a principal novidade estará sob o capô: o motor EA-211 1.0 litro de três cilindros com injeção direta e turbocompressor – a potência final deve ficar em torno de 105 cv.


VOLKSWAGEN GT UP! (CONCEITO)

O novo motor poderia ser associado ao câmbio de cinco marchas (manual e automatizado), ou ainda o manual de seis marchas do Fox, com a relação modificada. Lembrando que o up! pesa apenas 960 kg, o desempenho da versão mais apimentada vai ficar bastante interessante.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Volta rápida – Fiat 500 Abarth – Foguetinho de bolso acelera para o Brasil




Quem nunca pensou num Uno T-Jet, com o propulsor 1.4 turbo do Punto? E que tal um Onix com o Ecotec 1.8 do Cruze? Ou ainda um Ka com o 2.0 Duratec do Focus? As possibilidades são infinitas, mas elas quase nunca se tornam realidade. Ainda bem que eu disse quase… Pois esse Fiat 500 das fotos é um raro representante desta espécime que rouba o motor dos irmãos maiores. Sob o pequenino capô está o propulsor 1.4 turbo do Punto e do Bravo T-Jet. E na lataria estão espalhados os logotipos da Abarth, braço esportivo da Fiat que tem volta ao Brasil (já existiu no Stilo) marcada para o fim do ano a bordo desse Cinquecento.




O que é?


O 500 Abarth é o que os europeus chamam de “pocket rocket”, algo como foguete de bolso, por seu temperamento nervoso embalado num pacote reduzido. Quem já dirigiu um Cinquecento sabe que o carrinho é esperto e tem “base” para um pouco mais de pimenta. O Abarth é a materialização desse desejo: motor 1.4 16V turbo de 160 cv, direção mais direta, rodas maiores (aro 17), pneus mais largos (205/40) e, para acompanhar, suspensão enrijecida para segurar a carroceria no chão. Resumindo, um brinquedão!



A imagem retrô do 500 ganha ares de carro de competição nessa versão, com para-coques mais bojudos, spoilers, saias laterais e adesivos colados pela carroceria. Para combinar, a caracterização interna inclui bancos tipo concha com abas bem pronunciadas, daqueles que abraçam o corpo. O painel de instrumentos ganha mais um reloginho à esquerda do mostrador principal, que informa a pressão do turbo. E a manopla do câmbio (que continua perfeitamente posicionado a menos de um palmo da direção) recebe uma manopla menor e mais esportiva. Por fim, o volante também tem desenho mais agressivo, com pegada mais grossa e apoio mais definido para os polegares.


Como anda?


“Vestido” pela boa posição de dirigir (embora o volante só ajuste em altura e a perna direita encoste no painel), saio com cautela. Não que o Abarth seja bravo demais, o problema é a neve que teima em cobrir o asfalto da estrada que liga a pequena Arjeplog ao círculo polar ártico, no norte da Suécia. Esse 500 é parte da caravana que estamos usando na visita ao centro de testes de inverno da Fiat na região da Lapônia, a terra do Papai Noel.



Como no Punto T-Jet, o 500 tem pegada logo que acorda, devido ao turbo pequeno e de baixa inércia, que opera com até 1,2 kg de pressão. O torque de 23,5 kgfm a 3.000 rpm faz com que o controle de tração seja exigido a qualquer pisada mais forte no acelerador, dada as condições escorregadias do piso. Enquanto a neve cai, deixo o câmbio em terceira marcha e mantenho cerca de 60 km\h com certa frustração – afinal, estamos num carrinho de 1.035 kg com 160 cavalos e um ronquinho nervoso esperando para mostrar do que é capaz.

Mesmo devagar é possível notar o comportamento espevitado desse 500. A suspensão é bem mais firme que nas versões mansas, acompanhando com fidelidade as raras imperfeições do piso sueco, e a direção é bem direta (embora um pouco leve), proporcionando grande agilidade ao esportivinho. Fico imaginando esse Cinquecento driblando o trânsito, quase como uma cena de filme de perseguição.



Lá pelo meio da tarde, quase chegando ao Polo Norte, a neve dá uma trégua e o sol brilha bonito no asfalto agora quase seco. É a senha para reduzir marcha e chamar o 500 para a briga. Sim, o motor enche rápido e, sim, parece que estamos num Punto T-Jet menorzinho, mais ágil e rápido. A Fiat indica 0 a 100 km\h em 7,4 segundos, e não há muita margem para duvidar desse tempo: estamos num legítimo foguetinho de bolso. O câmbio tem engates curtos e precisos, enquanto os freios parecem fortes e bem dimensionados. As largas e longas curvas do trajeto não chegam a desafiar a estabilidade do modelo, que se mantém firme mesmo durante as esticadas até uns 150 km\h. O entre-eixos curto, porém, faz do 500 um carro arisco em altas velocidades, podendo tornar você de um “às” ao volante para um asno ao volante em questão de segundos.

Foi o que pudemos conferir na pista circular de gelo polido, sobre um lago congelado. Uma condição de aderência quase nula, onde os limites de qualquer carro aparecem muito antes do normal. O 500 era sem dúvida o mais divertido dos Fiats à disposição (incluindo alguns Alfas), proporcionando derrapagens controladas a quase 100 km/h. Mas ele exige manobras rápidas de correção (no que a direção direta ajuda), sob pena de rodopiar sem dó. Algo que lembra o antigo Ford Ka, só que com bem mais motor.



O ponto negativo do Abarth fica por conta do conforto. Ele soma o espaço interno exíguo do 500 com uma rigidez de suspensão que supostamente deve sofrer no Brasil. Outro ponto a melhorar é o pequeno tanque de combustível, de 35 litros, que limita a autonomia quando a gente resolve pisar mais fundo.

Quanto custa?


A Fiat ainda não fala abertamente, mas fontes ligadas à marca garantem que está confirmado o retorno da Abarth ao Brasil para o fim do ano – no mais tardar começo de 2014. Por isso, ainda é cedo para falar em preços. Espere, no entanto, que o esportivo seja o modelo top da linha 500 por aqui, custando na faixa dos R$ 65 mil. A oferta será limitada, como no caso do 500 Cabrio, porque o Abarth vai usar a mesma cota de importação do México dos demais Cinquecentos. Mesmo vindo a conta-gotas, será uma opção bem divertida para extravasar o lado moleque que existe em cada um de nós.



Texto e fotos Daniel Messeder, de Arjeplog, Suécia

Viagem a convite da Fiat


Ficha técnica – Fiat 500 Abarth


Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros, 16 válvulas, turbo e intercooler, 1.368 cm3, 

gasolina; Potência: 160 cv a 5.500 rpm; Torque: 23,5 kgfm a 3.000 rpm;

Transmissão: câmbio manual de cinco marchas, tração dianteira; 

Direção: elétrica; Suspensão:independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira; 
Freios: discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira, com ABS; Peso: 1.035 kg;
 Capacidades: porta-malas 185 litros, tanque 35 litros;

Dimensões: comprimento 3,657 mm, largura 1,627 mm, altura 1,485 mm, entreeixos 2,300 mm; 

Desempenho: aceleração 0 a 100 km/h: 7,4 segundos; velocidade máxima 210 km/h

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

COLEÇÃO DO OG


Que Og? - alguém me perguntou.

Og Pozzoli!

Bom, como dá pra perceber, o Og é uma figura carimbada no meio dos automóveis antigos. Na verdade ele é um dos pioneiros em colecionar carros antigos no país e um dos fundadores dos primeiros clubes de antigos, em 1968. Por isso, no meio, ele é chamado de patriarca do antigomobilismo.

O Og contou a história, curiosidades e passagens importantes dos principais carros. Enquanto ele contava isso, o BS e o JLV ainda acresentavam mais alguns detalhes. O JJ e o MAO só absorvendo tudo como duas esponjas sorridentes. E eu tentando fazer milagre para fotografar praticamente no escuro em alguns ambientes e achar ângulos minimamente interessantes no aperto geral entre os carros. Os carros estão divididos em vários salões. Resultado disso: um post visual. O que de fato não é tão ruim para um feriado.

Pelo que eu pude ver acho que o carro mais novo da coleção é um Cadillac azul 1959 e o mais antigo um Hupmobile 1925. Talvez exista algum Ford T mais antigo, mas não registrei.

De longe escutei o Og dizer que a Graham Paige foi comprada pela Mitsubishi dando origem aos primeiros carros da marca japonesa.

O Mestre Mahar, vendo as fotos, de todos os carros da coleção disse que levaria pra casa o Buick Sedanette 1941 dourado e preto, “um sonho de veículo” segundo ele. Os 160 hp são produzidos por um motor oito em linha de dois carburadores, em que o de trás só funciona com o pé no fundo. Imaginem a mistura do pobrezinho do cilindro oito normalmente…claro que isso nunca deu certo, mas é Harley Earl em seu melhor momento.

Um dos que mais gostei foi um Lincoln Continental 1938. Sua frente/grade é simplesmente espetacular e muito diferente do que existia na época.

Havia poucos europeus, mas o Mercedes 1939 se destacava no meio do salão entre tantos americanos.

Na próxima vez tenho que agendar duas visitas. Uma de reconhecimento, ou enriquecimento, e a outra só para as fotos.

























segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

tirado do manual do fusca





Motor e câmbio



Diagrama em inglês do motor e câmbio.




Sistema de lubrificação

Esquema técnico do sistema de lubrificação.




Sistema de arrefecimento

Sistema técnico do conjunto de arrefecimento dos motores 1300, 1500 e 1600.




Sistema de Ignição




Motor 1200 - Desmontado



Motor 1200 - Principais órgãos móveis




Embreagem - Corte lateral




Fusca - Corte lateral