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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Um pouco sobre a TROLLER

1994 A 1998O COMEÇO

O início do projeto do primeiro veículo foi em 1994, que após aperfeiçoamentos teve suas primeiras unidades vendidas para pilotos de rally. Assim, a marca fez das competições um laboratório de desenvolvimento para o produto.
Em 1997, foi iniciado o processo de produção em linha do primeiro modelo da Troller, o RF Sport, com motor 1.8 a gasolina. No ano seguinte, o veículo



2000 OHÉ PARIS-DAKAR!


O ano em que começou o sucesso da Troller em competições internacionais, como o Paris-Dakar, e nacionais, como o Rally dos Sertões.



2002 A 2004 A GRANDE COPA


Em 2002 o Troller T4 ganhou ainda mais melhorias, como porta traseira, novos eixos, freio a disco nas 4 rodas e roda livre. Com espaço consolidado no mercado e nome forte no esporte, a Troller criou em 2003 a sua própria competição, a Copa Troller, considerada um dos rallies mais importantes do país, sendo dividido em cinco categorias: Passeio, Expedition, Turismo, Graduados e Master.




2005 A 2006A MAIOR EQUIPE DA HISTÓRIA


Para o Rally dos Sertões de 2005, a Troller fez um T4, versão especial de competição, para 21 clientes. Foi a maior equipe da história do Rally dos Sertões. O ano de 2006 foi de mudanças para o T4. As mais importantes foram o novo motor NGD 3.0 eletrônico de 163 cv, o novo sistema de embreagem, amortecedores e rodas.




2007 A 2008 O ANO DE UMA GRANDE PARCERIA



No ano de 2007, a Troller foi adquirida pela Ford Motor Company Brasil Ltda., que desde então oferece toda a tecnologia e recursos para os processos de produção e desenvolvimento de produtos. Em 2008 a fábrica foi remodelada com novos recursos de manufatura para a produção do Troller T4, que contribuíram para aprimorar a qualidade do produto, ampliação do mercado e a satisfação dos clientes.



2009 ANO RECORDE


O novo Troller T4 é apresentado com mais de 500 novas peças e alterações, tanto no design quanto em um novo padrão de acabamento com seu interior totalmente novo, uniformização das peças com itens próprios e da cadeia produtiva da Ford, entre outros. Tudo para aprimorar a qualidade do produto com harmonia e estilo, sem comprometer a robustez e o incrível desempenho. Esse também foi o ano recorde de vendas da Troller, consolidando seu espaço para vendas especiais, atendendo empresas e órgãos governamentais, como a Polícia do Ceará.





2010 VÁ ALÉM


Com o lançamento da série exclusiva e limitada Expedition, a Troller criou um utilitário preparado para viagens de longa duração com itens de estilo e equipamentos que realçavam o visual aventureiro. Além de oferecer garantia de dois anos, a Expedition contava ainda com combinação única de cores (amarelo Expedition e cinza fosco London Gray), além de itens de série como um grande bagageiro, snorkel, capa de estepe personalizada, entre outros.

Foram produzidas somente 100 unidades desta edição limitada. Na compra de uma Expedition, o consumidor ainda ganhava uma jaqueta personalizada com as cores da versão Expedition, bordada



2011 DA COR DO DESERTO


Em 2011, a Troller lança o T4 Desert Storm, uma série especial, limitada e superequipada. A Desert Storm oferecia pintura especial na cor Bege Atacama fosco, como os carros usados em operações especiais no deserto, e capota rígida removível da mesma cor. Itens de série como snorkel, guincho com capacidade de 9.500 libras, para-choques especiais e muito mais. O utilitário contava ainda com outros equipamentos para uso tanto em trilhas como na cidade: ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, entre outros.

Além da exclusividade, o veículo oferecia um excelente custo-benefício, com uma vantagem competitiva quando comparado com o custo de todos os seus equipamentos adicionais




2012 LANÇAMENTO DO MODELO 2012


Para o lançamento do modelo 2012, o Troller T4 2012 passa a oferecer ao cliente cobertura total de dois anos, sem limite de quilometragem.

O Troller T4 recebeu outras melhorias na linha 2012. O interior da carroceria passou a vir pintado na cor do veículo e disponibilidade de nove cores no catálogo, mas o cliente também podia personalizar a pintura do Troller T4.



2012 MODIFICAR É CRIAR


Em 2012 a Troller apresenta o Novo T4 2013, com MWM International MaxxForce 3.2 TGV com emissão reduzida de poluentes, dentro do padrão Proconve L6. O veículo também ganhou peito de aço, snorkel de série, além de novas combinações de cores. Atualmente, a Troller conta com uma Rede de Distribuidores e Postos de Assistência Técnica credenciados por todo o Brasil.


MISSÃO, VISÃO E VALORES
RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL


Empresa genuinamente brasileira ligada à natureza, a Troller está atenta aos desafios sociais e ambientais do país e participa ativamente de iniciativas nas duas áreas.
Uma das ações realizadas foi a Expedição Brasil Melhor 2009, que percorreu o país levando alimentos, atendimento médico, materiais escolares e palestras sobre saúde a lugares isolados.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Estacionamentos de carros abandonados



Frequentemente, lugares abandonados me parecem mais atrativos que os ainda em uso! Esses cenários em ruínas em que as plantas crescem por cima do metal ou do concreto são cativantes.

É o caso deste “estacionamento” que permaneceu abandonado por décadas no meio de uma floresta belga. Os carros pertenciam aos soldados norte-americanos que lutavam na Segunda Guerra Mundial. Com o fim das batalhas, todos embarcaram de volta para casa e deixaram seus carros por lá, já que transportá-los para outro continente não valia a pena financeiramente.

A região, que fica perto do povoado de Chatillon, abrigava quatro cemitérios de carros. No entanto, a corrosão, o furto de peças por moradores e a necessidade de remoção dos veículos por razões ambientais culminaram na extinção desses cenários pós-apocalípticos em 2010.























domingo, 2 de novembro de 2014

Um pouco sobre a História da Chery


Fundada em 1997, a Chery Automobile Ltda. é a maior montadora independente da China. Sediada em uma área de aproximadamente dois milhões de metros quadrados, na cidade de Wuhu, província de Anhuí, a Chery está presente em 80 países, tem 15 unidades produtivas e emprega aproximadamente 25 mil funcionários em todo o mundo.
Com apenas 13 anos de existência, a Chery alcançou posição de destaque na indústria automotiva chinesa e no mercado internacional, sendo considerada o futuro do setor automotivo por um dos mais renomados profissionais de marketing do mundo moderno, Philip Kotler.
Líder em crescimento e campeã de vendas internas, a Chery tem alcançado resultados significativos no mercado internacional: é a única fabricante de automóveis a conquistar uma posição entre os 200 maiores exportadores da China, destacando-se por oito anos consecutivos, como a campeã nacional de exportações.
Esse expressivo crescimento é resultado de investimento em qualidade e desenvolvimento tecnológico, preocupação constante da Chery, que é a única montadora independente da China a receber cinco estrelas no teste de colisão do C-NCAP.


Chery Brasil


Em meados de 2009, a Chery desembarcou no Brasil, como um mercado promissor para a fabricante em sua estratégia de internacionalização.
Instalada em Salto, interior de São Paulo, a sede administrativa da companhia no país ocupa uma área de 100 mil metros quadrados e conta com escritórios para os executivos da montadora, área administrativa, oficinas, salas de treinamento, show room e um completo depósito de peças.
A Chery chegou ao Brasil para oferecer a melhor relação em custo e benefício do mercado. Com o objetivo de ser uma escolha inteligente, a marca apresenta a opção mais completa e econômica ao consumidor brasileiro.
Em 2010, com quatro modelos comercializados no mercado automotivo brasileiro - o SUV Tiggo, o Cielo, nas versões hatch e sedan, e o Face - a Chery venceu desafios, bateu recordes em vendas e consolidou o início de um crescimento próspero no país. Com isso, a Chery espera conquistar significativo market share no Brasil nos próximos anos. Para 2011, novos modelos devem desembarcar no país, como o consagrado QQ, entre outros modelos promissores.
Para alcançar estas projeções, a Chery International escolheu o Brasil para receber o primeiro grande investimento fora da China. Com isso, definitivamente, a Gigante Automotiva Chinesa finca suas raízes no país instalando sua futura unidade fabril na cidade de Jacareí, São Paulo.
A Chery é a primeira montadora chinesa a investir na construção de uma fábrica no Brasil. O início das operações está previsto para 2013 e a capacidade de produção anual será de 150 a 170 mil unidades.

Seus Carros:

Chery QQ.

Chery QQ 2015 já tem preço: R$ 23.990

Chery Tiggo


Chery cielo:



Chery face:

sábado, 1 de novembro de 2014

Conheça um pouco mais sobre a Lamborghini

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 Lamborghini é a marca do homem que desafiou a Ferrari.

 Muitos conhecem assim a história da mítica empresa italiana que acaba de completar 50 anos. Mas a fabricante de superesportivos sediada em Sant’Agata Bolognese, que revolucionou o design automotivo ao criar, em 1966, o Miura, um dos carros mais bonitos de todos os tempos, o Countach, em 1974 (os dois saíram das pranchetas do estúdio Bertone) e o Aventador (foto acima), é muito mais que o produto de raiva e orgulho.

Lamborghini Miura Concept.jpg
Lamborghini Miura Concept

Fabricante de tratores e apaixonado por touros, Ferruccio Lamborghini era um dos endinheirados integrantes da elite italiana que costumavam desfilar a bordo de modelos da Ferrari em Modena, cidade onde fica a mítica marca do cavallino rampante. Inconformado com os constantes defeitos da transmissão de seu carro, que quebrava a toda hora, ele aproveitou para se queixar do problema quando foi levar seu esportivo para uma revisão na oficina da fábrica. E a reclamação foi feita diretamente ao comendador Enzo Ferrari.

O tom da conversa ficou acalorado e Ferrari, num arroubo de irritação e para pôr fim à discussão, disse ao cliente:

 “Você é apenas um agricultor. Vá andar de trator e não fale mal dos meus carros”.

 Depois disso, virou-se e foi embora.

“Eu vou lhe mostrar, então, como se faz um carro!"

 bradou Lamborghini, que se sentiu desafiado. E foi assim que teve início a marca que se tornaria objeto de desejo de fãs de esportivos em todo o mundo.

Aberto em 2001, o Museu Lamborghini reúne peças marcantes da trajetória da fabricante e dessa doce vingança orquestrada em forma de metal e borracha. Entre os míticos modelos do acervo está o 350 GT, primeiro carro da marca, feito em 1964 e lançado no Salão de Genebra (Suíça) daquele ano.

A trajetória da empresa inclui crises e vendas sucessivas (inclusive para a Chrysler, que usou motores da italiana na Fórmula 1) até passar às mãos do Grupo Volkswagen, em 1998. Outra curiosidade é que, para a paixão de Lamborghini por touros e touradas era tão grande que os carros da marca passaram a ser batizados com nomes de animais famosos.

350 GT: primeiro carro produzido em série pela Lamborghini, em maio de 1964. Foi lançado no Salão de Genebra no mesmo ano com motor 3.5 V12 de alúmínio. Sucesso logo no início, conseguiu manter a marca no caminho do desenvolvimento de outros carros. Foi feito até 1966.
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400 GT: Sucessor do 350 GT (na verdade era apenas uma versão alargada do 350), tinha configuração 2+2 e era ainda mais esportivo. Vendido de 66 a 68, o modelo tinha motor 3.9 V12 e câmbio manual de cinco marchas.
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Islero foi um modelo esportivo da Lamborghini que foi produzido entre 1968 e 1970. Sucedeu o 400GT e era equipado com motor V12.
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Miura: Um dos maiores classicos da Lamborghini, o Miura foi lançado em 1967 e durou até 1973. Pelo distanciamento de visual em relação ao 350 GT e 400 GT, já se percebe o quanto ele foi revolucionário. Criado pelo estúdio Bertone, tinha apenas 950 quilos e um motor V12 que gerava 350 cv. A versão exposta no Museu é ainda mais especial, a SV, de “super veloce”, que tinha 15 cv a mais.
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Sesto Elemento: Visto pela primeira vez no Salão de Paris de 2010, o super carro da Lamborghini tem um motor 5.2 V10 de 570 cv que o leva de 0 a 100 km/h em apenas 2,7 segundos. O nome é uma referência ao número atômico do carbono, já que ele é todo coberto da fibra desse material. A produção foi limitada em 20 unidades somente para uso em pistas de corrida.


Reventón: Um 6.5 V12 de 650 cv. É isso que traz sob o capô o Reventón, modelo lançado no Salão de Frankfurt de 2007. Inspirado no caça F22-Raptor, o carro também teve apenas 20 unidades feitas (a que está no museu é a vigésima), todas destinadas a clientes escolhidos pela Lambo.

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P140: O P 140, destinado a ser o sucessor do Jalpa, nunca chegou a ser produzido. A Lamborghini queria lançar algo pequeno para brigar com os Posche e decidiu pela produção do modelo. Mas após uma série de desencontros de projeto, esse peque esportivo com motor V8 foi deixado de lado para a marca se concentrar no Diablo.

Murciélago LP 670-4 Super Veloce: Essa verdadeira máquina de comer asfalto vinha de fábrica com um motor 6.5 V12 de 670 cv. Com baixíssima relação peso/potência de 2,3 kg/cv, vai de 0 a 100 km/h em apenas 3,2 segundos. Já a velocidade máxima é de 342 km/h.
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Miura Concept: Para comemorar os 40 anos do Miura, a Lamborghini mostrou ao mundo, em 2006, uma versão modernizada do icônico carro. A apresentação foi no Salão de Detroit e especulava-se que a marca lançaria uma releitura do modelo em edição limitada, o que acabou não acontecendo.

Minardi F1 191/L: Participante do campeonato da Fórumula 1 de 1992, esse Minardi é uma das poucas contribuições da Lamborghini em esportes à motor. O carro só fez um ponto durante toda a competição e é considerado uma das “ovelhas negras” da F-1.

LM002: Primeiro utilitário-esportivo de uma marca de luxo no mundo, o LM002 acabou servindo apenas para uso militar. Foi produzido de 1982 a 1993 e até chegou a ter boas vendas nos Estados Unidos e no Oriente Médio, local para onde ele foi projetado originalmente. Tem carroceria de alumínio e fibra de vidro, mas mesmo assim pesa 2.700 quilos. O motor é um 5.2 V12 (montado na frente do carro).

Jarama: Feito de 1970 a 76, o Jarama é um dos modelos mais caretas da Lamborghini. O desenho, de Marcello Gandini, da Bertone, foi feito para tentar agradar o mercado dos Estados Unidos, principal destino do carro. Mais confortável que esportivo, virou o carro de uso de Ferruccio Lamborghini até ir parar no museu.

Gallardo: O único Gallardo que está no museu é um criado para a polícia da Itália. A inusitada parceria chamou a atenção do mundo em 2004 e foi feita para festejar os 152 anos da corporação. Modelo de entrada da marca, se tornou o mais popular da Lambo até hoje, citado em muitas músicas e filmes. Tem motor 5.0 V10 de 520 cv.

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Estoque: Mais uma vez na frente, a Lamborghini mostrou que o caminho familiar poderia ser uma boa saída para marcas esportivas ganharem mais dinheiro. Assim surgiu o sedã para cinco pessoas Estoque, no Salão de Paris de 2008. Com motor 5.2 V10 de 560 cv, não chegou a ser lançado, mas a marca sempre afirma que ele ainda está nos planos. Enquanto isso, seu potencial rival, o Porsche Panamera, segue de vento em popa.

Diablo:
O Diablo foi criado com a dura missão de ser o sucessor do Countach, um dos modelos mais desejados da história do automobilismo. Com o mesmo motor 5.7 V12 de seu antecessor, chegava a 325 km/h de máxima e ia de 0 a 100 km/h em menos de 4 segundos. Sem tanta revolução no visual em relação ao Countach, teve como grande mérito a introdução do luxo em esportivos, algo pouco comum no início da década de 90. Um exemplo: o banco do motorista era feito sob encomenda com as medidas do comprador do carro.

Lamborghini Diablo SV green arp.jpg

Countach: Desenhado por Marcello Gandini, do estúdio Bertone, o mesmo criador do Miura, o Countach assombrou o mundo quando foi mostrado como conceito em 1971. Anguloso e esguio, tinha portas que abriam para cima, em formato de tesoura, interior todo em couro e motor a mostra. A produção começou em 1974 e acabou em 90, e ele teve três opções de motores, todas V12: 4.0, 5.0 e 5.2. Para alimentar os “canecos”, seis carburadores Weber foram instalados.

Countach 25 Anniversary: Lançado em 1988 para celebrar os 25 anos, o Countach 25 Anniversary tinha algumas mudanças estéticas como as lanternas traseiras mais estreitas e entradas de ar alargadas. Os pneus também foram trocados para as medidas 345/35R15, os mais largos usados no mundo em um carro em produção na época.

Concept S: Feito sob a plataforma do Gallardo e mostrado no Salão de Genebra de 2005, o Concept S é uma releitura dos roadsters monopostos de antigamente - só que para duas pessoas, sentadas individualmente. Por se tratar de um conceito, o modelo se permitia algumas “loucuras”, como o vidro traseiro retrátil para permitir que o motorista visse o motor pelo retrovisor.


Gallardo preparado para frota de polícia



Primeiro carro de série da marca, 350 GT surgiu em maio de 1964


Sucessor do 350 GT, o 400 GT 2+2 foi vendido de 1966 a 1968 e tinha motor 3.9 V12



Concept S



Desenhado pelo estúdio Bertone, foi produzido de 1974 a 1990 e tinha três opções de motor V12



Com a dura missão de suveder o Countach, Diablo podia chegar a 325 km/h. Banco do motorista era feito sob encomenda



Jarama 400GT foi feito de 1970 a 1976 e é considerado um dos mais "caretas" da história da marca. Exemplar, antes de chegar ao museu, era o carro de uso de Ferruccio Lamborghini



Primeiro utilitário-esportivo da marca, LM 002 foi criado para uso militar e fabricado de 1982 a 1993



Lançado em 1967 e produzido até 1973, Miura tinha desenho revolucionário, 950 quilos e motor V12 de 350 cv. Esta versão exposta no museu é SV, com 15 cv a mais. Carro é um dos maiores clássicos da Lamborghini



Antecessor do Aventador, Murciélago LP 640-4 SV tem 670 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos



Protótipo P140 era menor que os demais Lamborghini e foi criado com o objetivo de ser rival dos Porsche. Porém, nunca chegou à produção em série



Reventón, de 2007, teve apenas 20 unidades produzidas. Inspirado no caça F22-Raptor, tinha motor de 650 cv


Minardi M 191L que disputou Mundial de Fórmula 1 em 1992 é uma das poucas contribuições da marca para os esportes a motor. Com motor Lamborghini, a equipe marcou apenas um ponto durante toda a temporada